14 de março de 2015

Vigilante sem rendição faz cocô na roupa, leva advertência, processa e perde!!!

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho absolveu o Hospital de Clínicas de Porto Alegre de pagar indenização por danos morais a um vigilante que passou mal no trabalho e não conseguiu chegar a tempo ao banheiro. Para o relator, ministro Fernando Eizo Ono, que deu provimento ao recurso empresarial, não houve comprovação de que o Hospital tenha cometido ato ilícito.

Na reclamação trabalhista, o vigilante alegou ter sido vítima de assédio moral devido à situação constrangedora a que foi submetido. Ele descreveu que, por rádio, chamou um colega para substituí-lo para que pudesse usar o banheiro, mas, depois de aguardar mais de meia hora, não conseguiu se segurar e fez suas necessidades fisiológicas na roupa, dentro do posto de trabalho. Disse que, além disso, foi obrigado a ir até o Posto Central todo "sujo e fedido" dar explicações sobre o ocorrido aos superiores e que, ao acionar a Ouvidoria do Hospital para relatar o caso, a chefia se sentiu ofendida e o advertiu.

A defesa do Hospital de Clínicas alegou que existiam banheiros próximos ao posto de trabalho que podiam ser utilizados antes da chegada de outro vigilante, e que a advertência foi aplicada pelo fato de o trabalhador ter abandonado o posto, deixando nele equipamentos que colocavam em risco a segurança da coletividade, como um revólver calibre 38 e balas. Relatório de ocorrência da seção de segurança do hospital descreve que, no dia do incidente, o vigilante arremessou violentamente seu crachá sobre a mesa da chefia e proferiu ofensas a todos os que estavam na sala de segurança. De acordo com documento, foi o próprio vigilante que anunciou a todos que tinha defecado na calça. No relatório consta ainda que o vigilante poderia ter usado o bom senso e utilizado os sanitários próximos sem abandonar os equipamentos.

O juízo da 5º Vara do Trabalho de Porto Alegre concluiu que o caso configurou restrição do uso de banheiros, resultando na concretização de situação vexatória e sofrimento físico e psicológico, e condenou o Hospital ao pagamento de R$ 20 mil de indenização. O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) reduziu o valor para R$ 5 mil, mas não encontrou nenhum indicativo de que a condenação tenha sido decorrente direta ou indiretamente de algum ato ilícito cometido pelo empregador.

No TST, o relator do processo, ministro Fernando Eizo Ono, entendeu que a decisão regional ofendeu o disposto no artigo 186 do Código Civil, pois o acórdão regional deixou claro que não houve provas ou qualquer indício de que o hospital restringiu o uso de banheiros. "De acordo com o Regional, a postura do vigilante gerou críticas do encarregado pelo relatório das ocorrências, que constatou que o comportamento do trabalhador indicou falta de bom senso, uma vez que poderia ter usado os banheiros próximos ao posto de trabalho," ressaltou o ministro ao dar provimento ao recurso e afastar a condenação.

A decisão foi unânime.

(Taciana Giesel/CF)

O número do processo foi omitido para preservar a intimidade do trabalhador.

FONTES: TST
http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=visualiza_noticia&id_caderno=&id_noticia=127005

8 de março de 2015

Serial killer de Goiás enviou cartas à polícia em 2013 avisando de mortes

Em mensagem anônima, ele diz que vai ‘dar trabalho’ para a Polícia Civil

O vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, 26 anos, acusado de cometer uma série de assassinatos em Goiás, enviou duas cartas anônimas à Polícia Civil em 2013. Na mensagem, ele disse que já havia matado 11 pessoas e que ‘daria trabalho’.

Segundo o chefe de comunicação da Polícia Civil, Norton Luiz Ferreira, uma equipe chegou a investigar o caso, mas não foi possível identificar o autor delas. Após a prisão do vigilante, a polícia realizou testes e comprovou a ligação delas. As cartas serão anexadas ao processo de acusação contra Tiago.

Ele está preso desde outubro do ano passado e confessou ter matado 29 pessoas, mas responde por sete homicídios. Segundo a polícia, Rocha começou a matar em 2011. A primeira vítima foi o estudante Diego Martins Mendes, de 15 anos. Imagens de câmeras de segurança mostraram o adolescente saindo da escola. Após estes crimes, a polícia montou uma força-tarefa para descobrir o assassino. Imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas foram usados para descobrir a identidade do criminoso: um homem jovem, alto e magro que agia sempre sozinho e de moto. Ele usava sempre o mesmo sapato, preto de solado branco. Além disso, carregava uma mochila nas costas. Em alguns momentos, uma pochete.

FONTE:http://noticias.r7.com/cidades/serial-killer-de-goias-enviou-cartas-a-policia-em-2013-avisando-de-mortes-08032015

6 de março de 2015

Quadrilha assalta carro-forte em Campinas e rouba R$ 7 milhões

Criminosos fortemente armados invadiram transportadora de valores e renderam funcionários

Criminosos fortemente armados invadiram uma transportadora de valores, renderam funcionários e realizaram um assalto milionário a um carro-forte que descarregava no local na noite desta quarta-feira (4) em Campinas, no interior de São Paulo. A estimativa preliminar é que a soma dos malotes roubados seja de R$ 7 milhões — mas o cálculo do valor final ainda não foi repassado à Polícia Civil.

Formada por cerca de dez pessoas, a quadrilha aproveitou para atacar no momento em que um carro-forte da transportadora Prosegur entrava no centro de distribuição de outra empresa, a Protege, na Rua Arnaldo Barreto, no bairro de São Bernardo. Por volta das 20h50, os bandidos usaram um Fiat Fiorino para arrebentar o portão da empresa - que depois foi abandonado no local. Outros dois carros ficaram do lado de fora, para dar cobertura aos criminosos.

Os assaltantes desceram do carro e surpreenderam os seguranças que descarregavam o dinheiro com vários disparos de artilharia pesada. As balas atingiram a guarita, as paredes do prédio e dois carros-fortes: um deles era o alvo da ação dos bandidos e o outro estava estacionado no pátio.

Depois de renderem os vigilantes, os criminosos roubaram as maletas de dinheiro e fugiram em direção à Rodovia Anhanguera. Durante a fuga, os criminosos ainda incendiaram um Volkswagen Voyage, com a placa clonada, para bloquear o acesso à pista marginal da Rodovia e dificultar que fossem perseguidos.

No pátio da empresa, a Polícia encontrou cápsulas de 5,56 mm e 7,62 mm, de fuzil, .50, o calibre mais poderoso de metralhadora, 9 mm, de submetralhadora, e calibre 12, de espingarda. Apesar do ataque, a Polícia Militar afirma que não houve feridos. Até o momento, ninguém foi preso.

Policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) (DIG) de Campinas, responsáveis por investigar o caso, analisam as imagens do circuito interno de segurança para tentar chegar até os criminosos. Segundo o delegado Kleber Altale, diretor do Deinter-2, todos estavam encapuzados, mas há outras informações que podem ajudar a identificá-los.

FONTE:http://noticias.r7.com/sao-paulo/quadrilha-assalta-carro-forte-em-campinas-e-rouba-r-7-milhoes-05032015